Suas exposições individuais incluem Troca de segredos, Fortes D’Aloia & Gabriel | Jardins, São Paulo, Brasil (2026); Teia à Toa, MON – Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, Brasil (2025); Stuck Rhyme, Night Gallery, Los Angeles, Estados Unidos (2023); FALA COISA, Fortes D’Aloia & Gabriel | Carpintaria, Rio de Janeiro, Brasil (2022); Mufa Caos, Jacarandá, Rio de Janeiro, Brasil (2018); Fora Daqui, Casa França-Brasil, Rio de Janeiro, Brasil (2015); Mashups, The Aldrich Contemporary Art Museum, Ridgefield, Estados Unidos (2012) and Natureza Morta, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal (2010). O artista também participou das exposições coletivas Constelações: 40 anos de Paço Imperial, Paço Imperial, Rio de Janeiro, Brasil (2026); Fullgás – Artes visuais e anos 1980 no Brasil, CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro; São Paulo; Belo Horizonte; Brasília, Brasil (2025); Brasilidade pós Modernismo, CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro; São Paulo ; Brasília; Belo Horizonte, Brasil (2021); Troposphere: Chinese and Brazilian Contemporary Art, Beijing Minsheng Art Museum, Beijing, China (2017); e A Casa, MAC USP – Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, São Paulo, Brasil (2015).
Barrão tem obras em importantes coleções públicas, incluindo a Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil e o MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, São Paulo, Brasil.
Barrão em seu ateliê, 2022. Foto: Vicente de Mello. Cortesia de Barrão e Fortes D’Aloia & Gabriel, São Paulo/Rio de Janeiro.
Chelpa Ferro em Uberlândia, Brasil. Foto: Júlio Callado. Cortesia de Barrão e Fortes D’Aloia & Gabriel, São Paulo/Rio de Janeiro.
Imagem à direita: Chelpa Ferro, AUTOBANG (Performance), abertura da 25ª Bienal de São Paulo, 2002. Cortesia da Galeria Vermelho. Imagem à esquerda: Seis Mãos (Alexandre Dacosta, Barrão e Ricardo Basbaum), 1984. Foto: Seis Mãos. Cortesia de Barrão e Fortes D’Aloia & Gabriel, São Paulo/Rio de Janeiro.
Chelpa Ferro (Barrão, Luiz Zerbini, Sergio Mekler). Cortesia de Barrão e Fortes D’Aloia & Gabriel, São Paulo/Rio de Janeiro.
Para saber mais sobre Barrão: @barrao28 // fdag.com.br/artistas/barrao
Barrão em seu ateliê, 2022. Foto: Vicente de Mello. Cortesia de Barrão e Fortes D’Aloia & Gabriel, São Paulo/Rio de Janeiro.
Imagem do abre: Chelpa Ferro, AUTOBANG (Performance), abertura da 25ª Bienal de São Paulo, 2002. Cortesia da Galeria Vermelho.







