Ser Manguezal

Ser Manguezal, criado por Eliseu Cavalcante, foi inspirado no livro Homens e Caranguejos (1967), de Josué de Castro. Geógrafo, médico, escritor e ativista contra a fome mundial, Josué de Castro retrata em sua obra os homens como caranguejos, aprendendo a caminhar nos manguezais. Essa relação entre eles parece unificá-los e fundi-los, tornando o ser humano parte integrante desse bioma específico.
Este filme faz parte de um projeto contínuo que investiga a vida daqueles que dependem do ecossistema do manguezal para sobreviver e a delicada relação entre os seres humanos e esse ambiente. O objetivo é reconhecer e dar visibilidade ao árduo trabalho dos catadores de caranguejo, além de conscientizar sobre a importância dos manguezais para o meio ambiente.
Globalmente, entre 2000 e 2016, foram perdidos 3.400 quilômetros quadrados (1.300 milhas quadradas) de florestas de mangue – o equivalente a cerca de 2% da área total desses ecossistemas no mundo (NASA). Aproximadamente 62% dessas perdas foram causadas diretamente pela ação humana, como a agricultura e a aquicultura. A degradação dos manguezais supera a média de perda de florestas tropicais e subtropicais.

“No final, conservaremos apenas o que amamos; amaremos apenas o que compreendemos; e compreenderemos apenas o que nos for ensinado.”  

–  Baba Dioum, 1968

Ser Manguezal
15 minutos – 2022
Um filme de Eliseu Cavalcante
 

FESTIVAIS  

Cinema Verde Environmental Film & Arts Festival
Green Screen Environmental Film Festival (T&T)
FESTIVERD Venezuela
Festival de Cinema de Alter do Chão
International Migration & Environmental Film Festival
the Black Cat Award International Film Festival.
Também featured no Globoplay no Brasil.

Como fotógrafo brasileiro-americano baseada no Arizona, meu trabalho está profundamente enraizado na fusão de culturas diversas, no delicado equilíbrio do nosso ambiente e no poder transformador da mudança social. Acredito firmemente na capacidade da fotografia de transcender fronteiras e despertar um novo entendimento nas pessoas.

O que realmente me fascina como fotógrafa é o privilégio de revelar o invisível, de enxergar o extraordinário escondido no ordinário. Muitas vezes, é nos momentos mais simples da vida que encontro as maiores belezas e verdades mais profundas.

Minha abordagem à fotografia é profundamente influenciada pela minha criação, que me ensinou a reverenciar a grandiosidade da natureza e a harmonia intrínseca que existe em todos os seres vivos. Essa perspectiva única enriqueceu meu olhar com uma apreciação pela beleza da simplicidade, uma qualidade que permeia meu trabalho.

A arte de capturar momentos fugazes tem o poder singular de transportar indivíduos para lugares distantes e épocas passadas. Trata-se de criar pontes entre o desconhecido e o familiar, trazendo à tona experiências que talvez nunca tivéssemos a oportunidade de testemunhar pessoalmente.

Através da minha lente, busco iluminar o mundo de uma maneira que desafie percepções, desperte empatia e inspire ação. Estou comprometida em usar a fotografia como um catalisador para mudanças positivas, capacitando indivíduos a se tornarem agentes de transformação em suas comunidades e no mundo.

Eliseu Cavalcante

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